Fala galera! Seguem abaixo os links dos slides utilizados em sala. É só clicar e ver ou baixar no seu computador! Boa revisão!
Brasil: localização e fusos horários:
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYRjZuWTRlWlRzbXc/view?usp=sharing
Brasil: Geomorfologia
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYTjNXQWstREJ5YWs/view?usp=sharing
Marcadores
Mostrando postagens com marcador 7ºA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 7ºA. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
Cronograma de Estudos Fera!
Fala galera! Segue o link abaixo com o arquivo do Excel com o cronograma de estudos que você pode usá-lo como está ou se adequar ao seu dia a dia. Por exemplo: se você fizer outros cursos ou preferir estudar à noite ao invés de estudar à tarde você poderá adequá-lo de acordo com as suas necessidades! É isso aí! Faça as alterações necessárias, imprima-o e "bora" se preparar para alavancar os seus estudos e ficar Fera!
Abc
prof. douglas
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYODRieVRtMmZHX3M/view?usp=sharing
Abc
prof. douglas
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYODRieVRtMmZHX3M/view?usp=sharing
quinta-feira, 31 de março de 2016
CONCURSO CULTURAL MEU PET TAMBÉM É FERA!
Fala galera! Segue abaixo o regulamento do concurso:
Segue o link das orientações em pdf:
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYRWRSNUtDaWx0Unc/view?usp=sharing
Regulamento:
1. O presente concurso cultural se direciona aos alunos
matriculados no colégio Adventista Taubaté-Tremembé no ano de 2016 nas séries
do Ensino Fundamental II e Médio;
2. Os alunos participantes deverão enviar 01 (uma) foto do
pet para o e-mail prof.douglas.catt@gmail.com , curtir o Fera Geográfica no Facebook e compartilhar a
mesma foto no seu perfil com o link da página do Fera Geográfica com a hash tag
#meupetehfera;
3. As fotos deverão ser enviadas do dia 01/04 ao dia 12/04 e
com apenas a imagem do pet;
4. As três fotos mais originais e divertidas serão premiadas
com um mp3 player com entrada para cartão de memória;
5. As dez fotos mais originais e divertidas vão compor o
banner oficial do Fera Geográfica;
6. A premiação será na data provável de 16/04;
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYRWRSNUtDaWx0Unc/view?usp=sharing
sábado, 5 de março de 2016
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Cronograma de estudos Fera!
Fala galera! Segue o link abaixo com o arquivo do Excel com o cronograma de estudos que você pode usá-lo como está ou se adequar ao seu dia a dia. Por exemplo: se você fizer outros cursos ou preferir estudar à noite ao invés de estudar à tarde você poderá adequá-lo de acordo com as suas necessidades! É isso aí! Faça as alterações necessárias, imprima-o e "bora" se preparar para alavancar os seus estudos e ficar Fera!
Abc
prof. douglas
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYODRieVRtMmZHX3M/view?usp=sharing
Abc
prof. douglas
https://drive.google.com/file/d/0Bz7acl9XO1cYODRieVRtMmZHX3M/view?usp=sharing
Brasil: características climatobotânicas (Prezi)
Fala 3ºÃO! Segue a apresentação em prezi sobre o tema supracitado!
abc
prof douglas
domingo, 1 de março de 2015
Documentário "O povo Brasileiro" de Darcy Ribeiro
Fala galera, segue abaixo três partes do documentário "O povo brasileiro":
Vídeo I- Matriz Tupi
Vídeo II- Matriz Lusa
Vídeo III- Matriz Afro
Vídeo I- Matriz Tupi
Vídeo II- Matriz Lusa
Vídeo III- Matriz Afro
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Indígenas ashaninka são assassinados na fronteira
Quatro líderes indígenas da Comunidade Nativa Alto Tamaya–Saweto, no Peru, foram assassinados na segunda-feira (1) quando se deslocavam dentro da floresta com destino a aldeia Apiwtxa, no Brasil, na fronteira dos dois países. Comunicada das mortes neste domingo (7), a presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati, prometeu “tentar acionar” a Polícia Federal em Brasília.
Os indígenas Edwin Chota Valera, Leoncio Quinticima Melendez, Jorge Rios Perez e Francisco Pinedo, da etnia ashaninka, participariam de uma reunião com as lideranças brasileiras da mesma etnia sobre estratégias de continuidade de ações de vigilância e fiscalização da fronteiriça, para impedir a ação de narcotraficantes e de madeireiras, que exploram ilegalmente a região.
Além de participar do movimento contra madeireiros e narcotraficantes que estão instalados na fronteira, os índios lutavam para demarcar sua terra no Rio Tamya, no Peru. Eles integravam um grupo de trabalho transfronteiriço, compostos por organizações indigenistas, ambientalistas e indígenas, pela proteção dos povos indígenas contactados e sem contatos na fronteira do Acre.
No domingo, Francisco Pyãnko, um dos líderes ashaninka do lado brasileiro da fronteira, enviou à presidente da Funai, Maria Augusta Assirati, mensagem relatando que os indígenas não tem dúvidas de que as mortes foram uma reação de traficantes e madeireiros tentando manter-se na região. Piyãko disse que o povo Ashaninka do Amônia, no Acre, não vai se intimidar e cobrou das autoridades brasileiras e peruanas a imediata apuração no caso. A presidente da Funai prometeu acionar a Policia Federal.
- Esses assassinatos fazem parte da ofensiva contra o movimento de lideranças que não aceita a presença de narcotraficantes e madeireiros na região. As lideranças se uniram contra as invasões de madeireiros e narcotraficantes peruanos nos dois lados da fronteira – disse Francisco Pyãko, um dos líderes Ashaninka, que ocupa cargo de diretor na secretaria estadual de Planejamento do governo do Acre.
Segundo a organização não-governamental Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-AC), a “terrível notícia foi divulgada por radiofonia, cinco dias depois do ocorrido, quando do retorno do restante dos integrantes a aldeia de partida – Saweto, dadas as dificuldades de comunicação”.
A CPI-AC relatou que a situação de insegurança das comunidades ashaninka e de outros povos indígenas na fronteira Brasil-Peru tem sido agravada após a mobilização de esforços conjuntos entre suas lideranças para deter as investidas de grupos criminosos sobre os seus territórios. Os ashaninka buscam apoio de organizações de defesa de direitos indígenas e da sociedade civil em Ucayali, no Peru, e no Acre.
- Esperamos que o Estado peruano apure imediatamente este caso, com rigor, e não deixe se instalar a impunidade, como observado em casos anteriores, de crimes contra os direitos indígenas. Reafirmamos também a necessidade, diversas vezes já expressa, que os governos do Acre e federal respondam as demandas de fiscalização da fronteira, com ações mais contínuas, apoiando as comunidades indígenas que nela habitam e que continuam como atores solitários da defesa do território brasileiro – apelou a CPI-AC em nota.
O indígena Edwin Chota era uma das lideranças mais respeitadas. Em rede social, a jornalista Maria Emília Coelho disse estar “muito triste e chocada" com a notícia do assassinato dele e de mais três lideranças.
- Eles lutavam muito para demarcar seu território e contra madeireiros e traficantes que estão instalados na região da fronteira Acre-Peru. Tive o prazer de conhecer Edwin Chota em 2012, quando viajamos juntos pelo Rio Amônea, até a aldeia Apiwtxa, do povo Ashaninka, no Brasil. Grande líder e guerreiro do seu povo. Perda enorme. Necessitamos urgente da apuração do caso pelas autoridades competentes no Peru e Brasil – escreveu Maria Emília.
http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2014/09/08/indigenas-ashaninka-sao-assassinados-na-fronteira/
Os indígenas Edwin Chota Valera, Leoncio Quinticima Melendez, Jorge Rios Perez e Francisco Pinedo, da etnia ashaninka, participariam de uma reunião com as lideranças brasileiras da mesma etnia sobre estratégias de continuidade de ações de vigilância e fiscalização da fronteiriça, para impedir a ação de narcotraficantes e de madeireiras, que exploram ilegalmente a região.
Além de participar do movimento contra madeireiros e narcotraficantes que estão instalados na fronteira, os índios lutavam para demarcar sua terra no Rio Tamya, no Peru. Eles integravam um grupo de trabalho transfronteiriço, compostos por organizações indigenistas, ambientalistas e indígenas, pela proteção dos povos indígenas contactados e sem contatos na fronteira do Acre.
No domingo, Francisco Pyãnko, um dos líderes ashaninka do lado brasileiro da fronteira, enviou à presidente da Funai, Maria Augusta Assirati, mensagem relatando que os indígenas não tem dúvidas de que as mortes foram uma reação de traficantes e madeireiros tentando manter-se na região. Piyãko disse que o povo Ashaninka do Amônia, no Acre, não vai se intimidar e cobrou das autoridades brasileiras e peruanas a imediata apuração no caso. A presidente da Funai prometeu acionar a Policia Federal.
- Esses assassinatos fazem parte da ofensiva contra o movimento de lideranças que não aceita a presença de narcotraficantes e madeireiros na região. As lideranças se uniram contra as invasões de madeireiros e narcotraficantes peruanos nos dois lados da fronteira – disse Francisco Pyãko, um dos líderes Ashaninka, que ocupa cargo de diretor na secretaria estadual de Planejamento do governo do Acre.
Segundo a organização não-governamental Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-AC), a “terrível notícia foi divulgada por radiofonia, cinco dias depois do ocorrido, quando do retorno do restante dos integrantes a aldeia de partida – Saweto, dadas as dificuldades de comunicação”.
A CPI-AC relatou que a situação de insegurança das comunidades ashaninka e de outros povos indígenas na fronteira Brasil-Peru tem sido agravada após a mobilização de esforços conjuntos entre suas lideranças para deter as investidas de grupos criminosos sobre os seus territórios. Os ashaninka buscam apoio de organizações de defesa de direitos indígenas e da sociedade civil em Ucayali, no Peru, e no Acre.
- Esperamos que o Estado peruano apure imediatamente este caso, com rigor, e não deixe se instalar a impunidade, como observado em casos anteriores, de crimes contra os direitos indígenas. Reafirmamos também a necessidade, diversas vezes já expressa, que os governos do Acre e federal respondam as demandas de fiscalização da fronteira, com ações mais contínuas, apoiando as comunidades indígenas que nela habitam e que continuam como atores solitários da defesa do território brasileiro – apelou a CPI-AC em nota.
O indígena Edwin Chota era uma das lideranças mais respeitadas. Em rede social, a jornalista Maria Emília Coelho disse estar “muito triste e chocada" com a notícia do assassinato dele e de mais três lideranças.
- Eles lutavam muito para demarcar seu território e contra madeireiros e traficantes que estão instalados na região da fronteira Acre-Peru. Tive o prazer de conhecer Edwin Chota em 2012, quando viajamos juntos pelo Rio Amônea, até a aldeia Apiwtxa, do povo Ashaninka, no Brasil. Grande líder e guerreiro do seu povo. Perda enorme. Necessitamos urgente da apuração do caso pelas autoridades competentes no Peru e Brasil – escreveu Maria Emília.
http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2014/09/08/indigenas-ashaninka-sao-assassinados-na-fronteira/
Assinar:
Postagens (Atom)